Malawianos vandalizam marcos na fronteira com Mandimba

Os marcos colocados na fronteira entre Moçambique e a vizinha República do Malawi, através do distrito de Mandimba, na província nortenha moçambicana do Niassa, estão a ser alvos de vandalização, e as autoridades governamentais locais, que consideram de provocatórios tais actos, apontam o envolvimento de cidadãos de nacionalidade malawiana.

O distrito de Mandimba tem fronteira terrestre com o Malawi, numa extensão de 110 quilómetros, e, de acordo com o administrador Botelho Chuni, citado hoje pelo “Notícias”, os marcos estão a ser retirados para pontos desconhecidos, supondo que a intenção seja de confundir as autoridades sobre os verdadeiros limites entre os dois países.

Uma vez alcançado o seu objectivo, os malawianos invadem o território moçambicano para explorar as terras para a produção de alimentos, segundo o administrador de Mandimba, uma vez que o vizinho Malawi carece de espaço para desenvolver actividades agrárias.

O governante lamenta que os malawianos tenham que retirar os marcos da fronteira para entrar ilegalmente no território moçambicano para explorar as terras, porquanto existem canais apropriados que devem ser accionados para lograr esse objectivo, no âmbito das relações fronteiriças entre os dois estados.

Relatos sobre a vandalização de marcos, seguida de violação da fronteira terrestre por cidadãos provenientes do Malawi, na zona limite com o distrito de Mandimba, não constituem novidade e, há cerca de quatro anos, os governos dos dois países estiveram reunidos para desanuviar a tensão relativa que o assunto vinha causando.

O “Notícias”, que esteve recentemente em Mandimba, apurou que cidadãos malawianos que vivem na região limítrofe aliciam os nacionais para ceder as suas parcelas que exploram na prática da agricultura a troco de valores monetários, com o objectivo de suprir o défice alimentar que enfrentam ciclicamente. Entretanto, como os acordos são feitos de forma verbal, passados alguns anos os cidadãos malawianos reclamam a propriedade das terras, alegadamente por terem pertencido aos seus parentes falecidos, dos quais as herdaram.

As terras do vizinho Malawi são áridas e para se abastecer em produtos florestais para transformação em combustível lenhoso, cidadãos daquele país invadem o território moçambicano, na fronteira com o distrito de Mandimba, para efectuar corte de lenha sem, no entanto, obedecer os critérios de gestão sustentável estabelecidos.

Botelho Chuni garantiu que o seu governo vai continuar a manter a vigilância em relação aos actos que considerou de provocação protagonizados por cidadãos de nacionalidade malawiana, que residem na zona da fronteira entre o distrito de Mandimba e aquele país vizinho.
(AIM)
FF

Quarta, 01 Abril 2020 Written by
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