As Nações Unidas renovaram Quarta-feira o seu interesse em apoiar o Governo moçambicano a encontrar soluções para os diferentes problemas que o país enfrenta, sobretudo o terrorismo, HIVe Sida e a Covid-19.

A intenção foi manifestada pela sub-secretaria-geral das Nações Unidas e directora executiva da ONUSIDA, Winnie Byanyima, na audiência que foi-lhe concedida pelo Presidente da República, no quadro da visita de trabalho que efectua ao país.

Ela disse ter vindo a Moçambique para prestar solidariedade e apresentar os cumprimentos do secretário-geral da ONU, António Guterres, ao Presidente da República e aos moçambicanos face aos diversos desafios que, de há um tempo a esta parte,enfrentam. Entre estes, Byanyima apontou o terrorismo em Cabo Delgado, o HIV e Sida e a Covid-19.

A diplomata afirmou que a organização mundial reconhece o empenho do Governo de Moçambique, particularmente do Presidente Nyusi, na busca de soluções para estes problemas e felicitou os moçambicanos pela sua entrega e dedicação a causas nacionais.

No encontro foram também afloradas questões relacionadas com programas que as Nações Unidas estão a implementar em Moçambique.

“Estamos a apoiar as pessoas vivendo com o HIV e Sida e encorajamos a que estes façam testes e procurem os serviços de saúde para tratamento. O essencial é que se continue a combater a questão da estigmatização dos infectados”, apelou.

Winnie Byanyima acrescentou que na audiência o Presidente Filipe Nyusi falou dos esforços que o Governo está a empreender para reter a rapariga na escola, de modo a evitar que prematuramente esta se envolva em casamentos e tenham gravidez precoce.

“Traçamos estratégias para reforçar esta iniciativa. Como Nações Unidas, estamos prontos para continuar a ajudar Moçambique a ultrapassar essas preocupações”, disse.

Winnie Byanyima está no país em resposta a um convite formulado pelo Chefe do Estado e durante a sua estadia no país visitará organizações locais de pessoas vivendo com HIV e Sida na cidade de Maputo e manter encontros com membros do Governo e outras entidades.

(AIM)

Noticias/JSA