Foram a enterrar, na manhã de hoje, os restos mortais do antigo governador de Inhambane e Zambézia, Itai Meque, no posto administrativo de Machipanda, distrito de Manica, na província homónima, no centro de Moçambique.

Itai Meque perdeu a vida no passado dia 22 do mês em curso, na capital moçambicana Maputo, vítima de doença

Até a data da sua morte, Meque era administrador não executivo na empresa Hidroeléctrica de Cahora Bassa.

Meque também desempenhou as funções de vice-ministro de Educação e Desenvolvimento Humano.

Na hora de despedida, numa cerimónia que contou com a presença de familiares e amigos, foram apresentadas várias mensagens que destacaram as qualidades, vida, obra e o contributo de Itai Meque no desenvolvimento de Moçambique.

O vice-ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Mpiza, destacou o contributo do finado no processo de desenvolvimento do país, afirmando que em vida o finado dedicou-se com brio, zelo e perseverança nos desafios de construção de Moçambique.

“Meque deixa-nos com lições brilhantes de amor, profissionalismo, amizade, ética e também muito humanismo. A perda de um ente querido deixa um vazio, sem dúvidas, pior quando se trata de uma pessoa especial. Deixa, para além da falta que faz as pessoas que o amam, o mundo que o rodeia mais pobre. É isso que sentimos com a perda prematura deste Homem que hoje nos despedimos dele”, disse Mpiza.

A Frelimo, partido no poder, disse que uma das formas de imortalizar Itai Meque é valorizar o seu legado.

“Era um dirigente que nos ensinava através das palavras. Sobretudo em acções concretas. Nós militantes devemos valorizar esse legado e feitos que ele deixou. Como vice-ministro de Educação e suas qualidades como professor e outras funções que ocupou, imprimiu uma nova dinâmica em todos os lugares por onde passou. Por isso, é uma figura que tem de continuar viva no seio dos camarada e da própria Frelimo”, sublinhou o membro da Comissão Política do partido Frelimo e chefe da brigada central de apoio político à província de Manica, Filipe Paúnde.

Os restos mortais de Itai Meque repousam num cemitério familiar, a 85 quilómetros da cidade de Chimoio, capital provincial de Manica.
(AIM)
Néstor Magado (NM) /sg