Momad Assif, mais conhecido por Nini Satar, está hospitalizado há dias numa das clínicas privadas da cidade de Maputo, a braços com a Covid-19. Fonte bem posicionada do Serviço Nacional Penitenciário disse semanario mocambicano ”Dossiers & Factos” que as despesas são pagas pela família de Nini e que é a pedido da mesma que o recluso recebe assistência em uma unidade hospitalar privada.

Há mais de uma semana que Nini Satar se encontra doente de Covid-19. O facto levou a que o recluso, que cumpre pena em prisão de máxima segurança, fosse internado numa clínica privada algures na cidade de Maputo. A “transferência” para uma unidade hospitalar privada aconteceu a pedido da própria família, que, assim, se responsabiliza por todas as despesas inerentes ao tratamento.

Uma fonte bem reputada do Serviço Nacional Penitenciário e’ citada pelo ”Dossiers & Factos” que o SERNAP não viu problema em aceder ao pedido da família para cuidar da saúde de Nini, até porque a instituição tem bem presente que a saúde e a vida são os maiores “bens” que se pode ter. Outrossim, e para mostrar que Nini não está a gozar de “direitos especiais”, revelou que, neste momento, há aproximadamente uma dezena de reclusos a receberem cuidados médicos nas várias unidades sanitárias do país.

O certo é que quer Nini quer os outros reclusos estão sob vigilância apertada das autoridades e sem direito a visitas.

Condenado à pena máxima por envolvimento no homicídio do jornalista Carlos Cardoso, Nini Satar foi recapturado em 2018, na Tailândia, e posteriormente repatriado e reconduzido às celas. O recluso fugira do país em 2014, quando saiu em liberdade condicional depois de cumprir metade da pena de 24 anos.

Há mais de uma semana que Nini Satar se encontra doente de covid-19. O facto levou a que o recluso, que cumpre pena em prisão de máxima segurança, fosse internado numa clínica privada algures na cidade de Maputo. A “transferência” para uma unidade hospitalar privada aconteceu a pedido da própria família, que, assim, se responsabiliza por todas as despesas inerentes ao tratamento.

O certo é que quer Nini quer os outros reclusos estão sob vigilância apertada das autoridades e sem direito a visitas.

Condenado à pena máxima por envolvimento ser um dos mandantes no homicídio do jornalista Carlos Cardoso, em 2000, Nini Satar foi recapturado em 2018, na Tailândia, e posteriormente repatriado e reconduzido às celas. O recluso fugira do país em 2014, quando saiu em liberdade condicional depois de cumprir metade da pena de 24 anos.

(AIM)

D&F/JSA